O sotão da macalila

Sempre quis ter um sotão empoeirado onde, de cada vez que eu lá fosse, encontrasse uma nova história para contar…

It’s raining cats and dogs Maio 27, 2008

Arquivado em: reflexões inúteis — macalila @ 12:14 pm

~ The way I see it, if you want the rainbow, you gotta put up with the rain. ~

Dolly Parton

 

Segunda feira Maio 26, 2008

Arquivado em: rabujices — macalila @ 9:04 am

Aiiiiiiiiiii….segunda feira….chegou assim, a seco, sem aviso, sem introdução, sem esperar….

 

Festival da Eurovizinhança Maio 25, 2008

Arquivado em: rabujices — macalila @ 11:47 pm

Ontem fiquei um pouco chateada com o decorrer do Festival da Canção. Mas mais comigo mesma do que outra coisa, pois como é que eu pude ter a inocência de pensar que alguém ia de facto votar na melhor cançao? Bahhh. Não digo que a Vânia ganhasse, mas francamente, não era caso para ficar em 13º!

Agora hoje, o que me chateia é, já que a Vânia perdeu, as piadolas que já vão aparecendo em blogs aqui e ali sobre o tamanho da rapariga.

Esquecem-se que apesar da figura dela, e num país onde o aspecto fica por cima de todas as coisas, ela foi bem longe – ela foi onde ninguém foi antes.

Mas se Portugal tivesse ganho, poucos se atreveriam a fazer graçolas destas.

 

Era qualquer um dos três… Maio 25, 2008

Arquivado em: historinhas do passado — macalila @ 10:26 pm

Dei um salto à casa do P. para lhe dar uma ajuda com o IRS. Fartei-me de rir com a indignação dele perante o facto de não poder deduzir as despesas alfandegárias dos tapetes que trouxe de Marrocos.

Gosto muito daquele moço. Quero que ele seja muito feliz. Porque acho que merece.

Lembro-me da Dona A. dizer, falando de mim e dos três filhos machos: “Era com qualquer um deles, com qualquer um deles, se ela casasse com qualquer um dos três, não faço questão deste ou daquele”. Só que eram todos avariados dos carretos…lol Todos três.

O mais velho, o R., gostava mais doutro tipo de raparigas. Aquelas assim, tipo…rapazes. Mais propriamente o meu irmão.

O do meio, o L., esse era calado tipo serial killer. Era tão bonzinho, mas tão bonzinho, que se ficava sempre às espera do momento em que ele ia sacar da serra eléctrica e dar início ao massacre. Hoje em dia é um génio. Mesmo. Uma potência no campo da engenharia. Ainda bem que lhe deu para isso…hehe.

O mais novo, o P., foi aquele com que sempre me dei melhor. E até nem sei porque nunca namoramos, ou melhor, até sei. E era uma gaja tonta e o P.não era um gajo popular. Pronto, tão simples como isso.

 

Gasolina Maio 25, 2008

Arquivado em: historinhas do passado — macalila @ 10:13 pm

Já ouviram falar? Claro que não tem as Ilhas incluídas, mas talvez ainda venha a ter.

Quando estudava em Braga ia religiosamente meter gasolina ao Carrefour. Até fiquei sem gasolina uma vez, quase a chegar lá – tal era a forretice.

Bons tempos…

 

Como passar um domingo… Maio 25, 2008

Arquivado em: aventuras — macalila @ 7:09 pm


Tinha uma ou duas teclas que não estavam a funcionar bem; além disso era uma chavasqueira de cada vez que queria fazer mais do que uma tarefa ao mesmo tempo.

Vai daí, desmontei o portátil (que já está fora da garantia, claro!). Limpeza profunda no teclado, o que resolveu o problema das teclas que falhavam. Mas em contrapartida descobri duas teclas partidas (ou parti?).

Limpeza na ventoinha, verdadeiros sólidos de pó que tirei de dentro do compartimento do processador.

Resultado da conversa: silêncio.

Já me tinha esquecido de como podia ser tão agradável ver filmes/séries no computador…

 

Closure… Maio 25, 2008

Arquivado em: dramas — macalila @ 12:56 am

Então há dias, assim, do nada, a C. escreveu-me um e-mail.

Que queria resolver as coisas. Que tinha saudades minhas.hgf

Já a J. me tinha ligado em Novembro, mas não fui capaz de atender. Não estava em condições de lidar com a situação. Ainda.

Voltando à C.. Não fosse um pequeno pormenor no e-mail, ia direitinho para o lixo. Parecia um daqueles e-mails de virus, como se fosse de uma amiga que não vimos há muito. E de tanto que a gente se habitua a ignorar essas coisas, que até se esquece que um dia, it might just be true.

Fez quinta feira uma semana. Respondi-lhe que estava com muito trabalho, mas que depois lhe escrevia um e-mail em condições. E que estava feliz por receber notícias dela – e era verdade. Tudo verdade, que estava com muito trabalho e que estava feliz de “a ver”.

Levei quatro dias a digerir a situação. Quatro dias a evitar o momento em que tinha de voltar ao passado e reviver dolorosamente tudo o que tinha acontecido e que tinha levado à ruptura de uma amizade maior que 10 anos de vida.

Tinha-me custado muito aprender a viver sem elas. E eu, que era aquela que não telefonava, não aparecia, era a mais desligada. Não me orgulho disso, muito pelo contrário.

Mas estar sem elas de repente foi atroz. Eramos 3, e a C. ainda tinha a J. e vice-versa. Eu é que fiquei sozinha.

Não se apagam assim 10 anos de vida em conjunto, elas estavam e estão completamente impregnadas na minha memória. Mas como se passaram quase 3 anos desde a última vez que falei com elas, aprendi mais ou menos a não sofrer tanto com isso.

O que foi mau agora – na hora de voltar a encarar o problema. Mas lá para segunda feira de manhã, senti-me com coragem e durante mais de duas horas escrevi-lhe tudo o que pensava.

Que tinha ficado magoada por elas me terem abandonado quando eu mais precisava. Que fiquei de rastos por ver a leviandade com que a minha casa e o meu carro foram tratados por elas, quando era tudo o que eu tinha e emprestei com todas as boas intenções. Que fiquei triste quando finalmente, apos 1001 histórias contadas, apresentei a C. ao A. e ela se comportou como uma pessoa oca e fútil, e até hoje, o A. não reconhece na C. a pessoa que eu tantas vezes descrevi.

Mas não lhe disse que todos os que conheciam a C. a acharam diferente, insípida e fútil. Que não parecia sincera em quase nada, que parecia uma sombra que ficava a observar ao longe. Que incomodava. A minha amiga C.!!! A pessoa mais doce que conhecia! A mais amiga! A mais sincera!

Terminei dizendo que estava bem, feliz, que por aqui, estava tudo igual a antes. O mesmo marido, a mesma casa,o mesmo carro. Estou no mesmo lugar.

Mas já não sou a mesma pessoa. Que mais não seja, perdeu-se a intimidade.

De qualquer forma, acho que a C. estava à espera que eu deixasse passar sem uma conversa sincera. Sem lhe dizer tudo o que penso. Que fosse ficar simplesmente agradecida por ela ter “dado o braço a torcer”. E fico. E reconheço que foi um passo imporatante e sem dúvida bastante difícil.

Mas se é possível voltarmos a ser as amigas que eramos, preciso de deitar isto para a rua primeiro. Lavar muito bem lavadinha a alma, para poder recebê-la de braços abertos sem reservas.

Ou então…nada. Pois já faz quase uma semana e ela não respondeu.

 

Tantarantan-tanta-ram! Maio 25, 2008

Arquivado em: filmes vistos e revistos — macalila @ 12:11 am

9568-2007-12-10-16_56_01_1 Fui à estreia do Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal.

Adorei o filme, recomendo!!

O que não estava à espera era de ficar tão fascinada com a Cate Blanchett.

Adorei esta perigosa agente soviética – quando for grande quero ser como ela…

Claro que tinha que ter bicharocos rastejantes ou não seria um filme do Indiana Jones…!

Por outro lado, embora todos os filmes do Indy tenham uma boa parte de fantasia…bem, a cena final é um pouco puxadita.

Não digo o que é para não estragar a surpresa a ninguém, tá?

 

Adorei… Maio 25, 2008

Arquivado em: coisas cá da terra — macalila @ 12:01 am

esta foto do Independence of the Seas.

dscf0383hm6

 

O meu MSN Maio 24, 2008

Arquivado em: rabujices — macalila @ 7:30 pm

Enquanto sobrevivo ao Festival da Eurovisão, espreito o MSN.

E fico a saber que o G. vende telemóveis a 6 eurinhos, a T. tudo pode naquele que a fortalece (??), O D. avisa que quem anda ao sol queima-se, a C. diz que teve uma semana louca, o R. reporta temporal no canal, a M. ameaça I will be back.

E eu nada. Tenho terror de escrever o que quer que seja no meu MSN e que isso dê abertura às pessoas para virem me fazer perder tempo com conversas inúteis.