12h11 – um cigarro fumado após o café no shopping
E agora voltei ao escritório e só penso no próximo…!
Bah… Dezembro 21, 2007
Bingo!! Dezembro 21, 2007
10h21 – mais um cigarro.
Este irritou-me, podia ter resistido, tenho chicletes, tenho água para beber, havia mil e uma formas de o evitar – mas eu queria mesmo fumá-lo.
Este cigaro tem uma pequena nuance: é o primeiro de um maço de Bingo que comprei a ver se me tira a vontade. A verdade é que o gosto que fica na boca é mesmo horrível, enjoativo…
E eu que sou fiel ao Marlboro há 16 anos:-((
Dia dois Dezembro 21, 2007
9h48m – Primeiro cigarro do dia enquanto escrevo isto – já estou a falhar a recomendação de fumar de pé…
Levantei-me Às 7h30, só fumei duas horas depois, não está mau. Isto aconteceu porque estive sempre ocupada, a conduzir, por exemplo. Além disso não tomei café.
Hoje, segundo o meu plano posso fumar 12 cigarros.
Amanhã 10.
Domingo 8.
Segunda 6.
Terça 4.
Quarta 2.
Quinta ZERO.
Dia 27 é o meu dia Zero. Será que vou conseguir? Estou muuuito insegura, preciso urgentemente de reler o livro do Alen Carr.
Regras para deixar de fumar… Dezembro 20, 2007
Pois é, estou a deixar de fumar.
Na segunda feira desta semana fui à consulta de cessação tabágica no Bom Jesus e foi-me entregue um medicamento, Champix, que agora parece que está na ordem do dia pelos efeitos colaterais.
Os medicamentos supostamente tiram o prazer de fumar, mas é preciso ter muita força de vontade também. Ainda não é este o remédio milagroso para o tabaco, mas talvez para lá caminhamos!
Comecei a tomar o medicamento na terça de manhã – no primeiro dia, realmente senti um incómodo sempre que quis fumar, pelo menos durante o dia. Até o cheiro do cigarro me incomodava.
Mas à noite…tive um azar (leia-se momento de fraca inteligência em que tentei instalar um programa crackado) e perdi tudo o que tinha no PDA – e o último Backup tinha sido uma semana antes. Já programei backups diários. Valeu-me a sincronização com o Outlook!
Claro que durante os momentos de aflição e tentativas de recuperação fumei uns 5 cigarros.
O que no total ultrapassou a minha média de cigarros diária SEM Champix…
E desde aí tenho fumado normalmente.
A partir de amanhã passo para o dobro da dose e espero francamente sentir-me maldisposta de cada vez que pegar num cigarro.
Procurando por Champix no Google, encontrei um relato de alguém que usou o medicamento, mas o que me chamou à atenção foram as dicas dadas pela médica, a saber:
- Fumar de pé – é uma boa ideia, sobretudo se pararmos de fazer o que quer que seja para fumar. Para mim, fumar perde o sentido se eu estiver apenas e exclusivamente a fumar. Os cigarros que mais fumo são aqueles que nem dou por eles: a conduzir, a trabalhar, no computador…só sei que fumei 5 ou 7 cigarros quando olho para o cinzeiro.
Nos comentários desse blog alguém falou em quebrar rotinas. Ajuda muito, e eu sei disso.
Uma vez estive 2 semanas sem fumar, e comecei por aí: deixei de fumar no carro, deixei de fumar em casa, deixei de fumar no café/restaurante e finalmente deixei de fumar no escritório (mais difícil – foi aqui que sucumbi após 2 semanas)
- Registar os cigarros fumados – É complicado, mas tenho de tentar! No primeiro dia bem tentei, mas atrapalhei-me muito.Perdi a conta…
Amanhã vou registar isso, e aqui no blog!
- Não fumar a seguir às refeições – É uma ideia bonita, mas…muito difícil de se cumprir, então se houver uma bicazinha envolvida…Porém, é possível, sobretudo se fizermos o que diz o ponto seguinte:
- Lavar os dentes a seguir às refeições – mesmo que se passe vergonha na casa de banho do shopping…
- Mudar de marca – Ora aí está uma ideia absolutamente genial. Vou comprar uma porcaria qualquer, e aposto que isto seja capaz de ajudar de verdade. Adeus Marlboro, olá Mata Ratos!
Os meus jacarés… Dezembro 20, 2007
Primeiro, devo explicar a história dos “jacarés”…quando eu era pequenita, dividia o quarto com o meu mano dois anos mais velho, que como qualquer irmão mais velho, adorava pregar partidas à maninha…
Quase todas as noites, devia ter os meus 4 anitos, acordava assustada, ao ouvir repetidamente no meu ouvido:
“Eu sou um jacareeeeeeé….eu sou um jacareeeeeeé….eu sou um jacareeeeeeé….”
Ia invariavelmente num berreiro acordar os meus pais, muito aflita, afirmando com toda a segurança que tinha um jacaré no quarto.
Numa dessas ocasiões, a minha mãe decidiu tomar uma atitude. Desceu as escadas, foi até à cozinha e voltou com uma vassoura.
Posto isto, pegou na minha mão, colocou no cabo da vassoura e disse: “Agora vais matar esse jacaré de uma vez por todas”…e eu, a medo, fui dando vassouradas no escuro até achar que sim, tinha-me livrado do bicho.
Dormi descansada pela primeira vez em muito tempo…claro que ainda hoje não gosto nada do símbolo da LaCoste, mas com isso posso viver
)
Desde então, cada vez que eu ultrapassava um problema, a minha mãe chamava-lhe jacaré…
E como tenho alguns em mãos para resolver, que nome melhor para o meu blog?